O fim do populismo na América Latina

O fim do populismo na América Latina?

Nos  últimos 10 anos, as populações do Brasil, Argentina, Equador e Venezuela assistiram a um verdadeiro processo de destruição dos fundamentos macroeconômicos dos respectivos países, travestido do tão surrado slogan: “Tudo pelo Social”. O tão sofrido continente parece não conseguir livrar-se dessa sina intervencionista, provocada pela impregnada crença de que o Estado precisa intervir em todas as instâncias da vida do cidadão, como se todos fossem incapazes de governar os próprios destinos.

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O cenário macroeconômico atual

Cenário Macroeconômico 2015 e 2016

O Brasil atravessa a pior recessão dos últimos 25 anos, ocorrência que já era claramente previsível desde o último mandato do Governo Lula. A denominada “Nova Matriz Macroeconômica”, concebida no início do mandato de Dilma Rousseff, destruiu as bases da bela obra de Engenharia Financeira que foi o Plano Real, à época estabilizando e consolidando os fundamentos da Economia Brasileira, preparando-a para tornar o Brasil uma Nação respeitada, um grande “player mundial”, como a China na atualidade.

Não seria demasiado citar que o Real, desde a época em que foi adotado, já perdeu aproximadamente 80% do respectivo poder de compra.

Os últimos anos da gestão macroeconômica do país produziram: concessões públicas atabalhoadas, políticas creditícias inadequadas, índices de reajustes salariais incompatíveis com a produtividade da Economia, gastos públicos improdutivos e pouco manejáveis, inchaço do quadro de funcionários públicos, concessão de direitos trabalhistas exagerados, congelamento de tarifas públicas, corrupção em larga escala, exibição de um grau de incompetência administrativa estatal nunca observada, dentre outras infindáveis mazelas.

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