Desgovernança estatal

Desgovernança Estatal e suas consequências

O ano de 2015 teve o condão de estarrecer, sobre todos os aspectos, até aos cidadãos mais bem informados e incrédulos. O cenário econômico-político e social, e a desgovernança estatal ao final de 2014, previa um ano preocupante, que avizinhava-se. Porém, a tempestade revelou-se infinitamente mais severa, cujos desdobramentos indubitavelmente irão estender-se até 2017 / 18, pelo menos, prejudicando principalmente os menos favorecidos. Desarranjos políticos nunca vistos na história econômica brasileira, correlacionando-se diretamente com inimaginável  grau de incompetência administrativa estatal, corrupção sistêmica, mentiras deslavadas, uso massivo da máquina pública para a manutenção de um projeto de poder natimorto, destruição dos fundamentos das finanças públicas (e infantil tentativa de escondê-la), câmbio desajustado, além de um explosivo processo inflacionário, que forçará o Banco Central, indubitavelmente, a elevar a SELIC a 17% a.a. num curto espaço de tempo, provocando o aumento da dívida pública e gerando consequentemente grandes oportunidades de ganhos com arbitragem de taxas de juros, aos atentos operadores do mercado financeiro, normalmente muito capitalizados. (mais…)

O fim do populismo na América Latina

O fim do populismo na América Latina?

Nos  últimos 10 anos, as populações do Brasil, Argentina, Equador e Venezuela assistiram a um verdadeiro processo de destruição dos fundamentos macroeconômicos dos respectivos países, travestido do tão surrado slogan: “Tudo pelo Social”. O tão sofrido continente parece não conseguir livrar-se dessa sina intervencionista, provocada pela impregnada crença de que o Estado precisa intervir em todas as instâncias da vida do cidadão, como se todos fossem incapazes de governar os próprios destinos.

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