Brazil

Brazil (com Z) – Riqueza Inesgotável

Nos últimos 2 meses a população vem digerindo “um cardápio indigesto”, ao receber as notícias do dia-a-dia. Desemprego ascendente, fábricas parando ou reduzindo a produção, inadimplência acentuando-se, volatilidade cambial, aumento brutal de tarifas públicas e impostos, violência crescente, taxas de juros elevando-se, desentendimentos entre os integrantes da Câmara e do Senado, corrupção em larga escala etc. Enfim, desalento de maneira geral.

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O desemprego e as oportunidades

Desemprego & Oportunidades

As notícias referentes ao nível de emprego no Brasil têm sido decepcionantes. Praticamente todos os setores de atividade econômica estão encolhendo, adiando planos de investimento, diminuindo o quadro de funcionários e obedecendo à palavra de ordem: manter o patrimônio físico e aplicar o caixa no mercado financeiro, visando lucrar com altas taxas de juros. Provavelmente ainda amargaremos pelo menos uns 3 ou 4 anos de recessão, com forte reflexo no nível de emprego. O que fazer diante de tal perspectiva?

Confira o que o economista Fernando Pinho fala diz sobre o assunto Desemprego & Oportunidades.

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O cenário macroeconômico atual

Cenário Macroeconômico 2015 e 2016

O Brasil atravessa a pior recessão dos últimos 25 anos, ocorrência que já era claramente previsível desde o último mandato do Governo Lula. A denominada “Nova Matriz Macroeconômica”, concebida no início do mandato de Dilma Rousseff, destruiu as bases da bela obra de Engenharia Financeira que foi o Plano Real, à época estabilizando e consolidando os fundamentos da Economia Brasileira, preparando-a para tornar o Brasil uma Nação respeitada, um grande “player mundial”, como a China na atualidade.

Não seria demasiado citar que o Real, desde a época em que foi adotado, já perdeu aproximadamente 80% do respectivo poder de compra.

Os últimos anos da gestão macroeconômica do país produziram: concessões públicas atabalhoadas, políticas creditícias inadequadas, índices de reajustes salariais incompatíveis com a produtividade da Economia, gastos públicos improdutivos e pouco manejáveis, inchaço do quadro de funcionários públicos, concessão de direitos trabalhistas exagerados, congelamento de tarifas públicas, corrupção em larga escala, exibição de um grau de incompetência administrativa estatal nunca observada, dentre outras infindáveis mazelas.

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