Brazil

Brazil (com Z) – Riqueza Inesgotável

Nos últimos 2 meses a população vem digerindo “um cardápio indigesto”, ao receber as notícias do dia-a-dia. Desemprego ascendente, fábricas parando ou reduzindo a produção, inadimplência acentuando-se, volatilidade cambial, aumento brutal de tarifas públicas e impostos, violência crescente, taxas de juros elevando-se, desentendimentos entre os integrantes da Câmara e do Senado, corrupção em larga escala etc. Enfim, desalento de maneira geral.

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Solidez financeira e longevidade

O tema que intitula este artigo tem sido objeto de intensos debates  e estudos ao redor do mundo nos últimos 20 anos, principalmente por parte do FMI (Fundo Monetário Internacional), OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), OMS (Organização Mundial da Saúde), além de governos e universidades renomadas. Notadamente após a constatação de que tem havido aumento significativo da expectativa de vida humana, ao mesmo tempo em que ocorre o enfraquecimento financeiro dos sistemas de Previdência Social.

Segundo os últimos estudos disponíveis sobre o assunto realizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nas próximas duas décadas, a população brasileira com idade acima de 60 anos vai passar dos atuais 23 milhões para 88 milhões de pessoas. Quando isso ocorrer, os idosos representarão aproximadamente 40% da população brasileira, um perfil demográfico próximo ao europeu atual, onde há pouquíssimas crianças. Portanto, cada vez menos pessoas contribuindo com o sistema previdenciário.

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Desgovernança estatal

Desgovernança Estatal e suas consequências

O ano de 2015 teve o condão de estarrecer, sobre todos os aspectos, até aos cidadãos mais bem informados e incrédulos. O cenário econômico-político e social, e a desgovernança estatal ao final de 2014, previa um ano preocupante, que avizinhava-se. Porém, a tempestade revelou-se infinitamente mais severa, cujos desdobramentos indubitavelmente irão estender-se até 2017 / 18, pelo menos, prejudicando principalmente os menos favorecidos. Desarranjos políticos nunca vistos na história econômica brasileira, correlacionando-se diretamente com inimaginável  grau de incompetência administrativa estatal, corrupção sistêmica, mentiras deslavadas, uso massivo da máquina pública para a manutenção de um projeto de poder natimorto, destruição dos fundamentos das finanças públicas (e infantil tentativa de escondê-la), câmbio desajustado, além de um explosivo processo inflacionário, que forçará o Banco Central, indubitavelmente, a elevar a SELIC a 17% a.a. num curto espaço de tempo, provocando o aumento da dívida pública e gerando consequentemente grandes oportunidades de ganhos com arbitragem de taxas de juros, aos atentos operadores do mercado financeiro, normalmente muito capitalizados. (mais…)

Oportunas Crises

Oportunas crises

A  atual  grande  oportunidade, também chamada de crise, em que se encontra a economia brasileira, não foi a pioneira nem será a última, para nossa sorte. A humanidade, desde tempos imemoriais, passa por períodos curtos e longos de grande euforia e depressão econômica, com suas respectivas conseqüências políticas  e  sociais. Mais importante do que as lamúrias, é a observação das transformações positivas que esses períodos de alta turbulência oferecem.

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Liberalismo econômico

Liberalismo econômico

Nunca praticados na sociedade latino-americana, os ideais liberais sempre foram execrados por absoluta ignorância a respeito de suas virtudes. Essa doutrina embasou as revoluções antiabsolutistas que aconteceram notadamente na Inglaterra e França (séculos XVII e XVIII) e também a luta pela independência norte-americana. Defendia:

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Repensando o Brasil

Repensando o Brasil

No fim do mês de agosto passado, ocorreram dois eventos no Brasil, de suma importância para melhor entender o atual momento político/econômico/social porque passam o país e o resto do mundo, bem como suas inter-relações, visando traçar variados cenários. No período de 27 a 29/8, ocorreu na aprazível Campos de Jordão, a 7º Edição do Congresso Internacional de Mercados Financeiros e de Capitais, organizada pela BM&F Bovespa.

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O fim do populismo na América Latina

O fim do populismo na América Latina?

Nos  últimos 10 anos, as populações do Brasil, Argentina, Equador e Venezuela assistiram a um verdadeiro processo de destruição dos fundamentos macroeconômicos dos respectivos países, travestido do tão surrado slogan: “Tudo pelo Social”. O tão sofrido continente parece não conseguir livrar-se dessa sina intervencionista, provocada pela impregnada crença de que o Estado precisa intervir em todas as instâncias da vida do cidadão, como se todos fossem incapazes de governar os próprios destinos.

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O cenário macroeconômico atual

Cenário Macroeconômico 2015 e 2016

O Brasil atravessa a pior recessão dos últimos 25 anos, ocorrência que já era claramente previsível desde o último mandato do Governo Lula. A denominada “Nova Matriz Macroeconômica”, concebida no início do mandato de Dilma Rousseff, destruiu as bases da bela obra de Engenharia Financeira que foi o Plano Real, à época estabilizando e consolidando os fundamentos da Economia Brasileira, preparando-a para tornar o Brasil uma Nação respeitada, um grande “player mundial”, como a China na atualidade.

Não seria demasiado citar que o Real, desde a época em que foi adotado, já perdeu aproximadamente 80% do respectivo poder de compra.

Os últimos anos da gestão macroeconômica do país produziram: concessões públicas atabalhoadas, políticas creditícias inadequadas, índices de reajustes salariais incompatíveis com a produtividade da Economia, gastos públicos improdutivos e pouco manejáveis, inchaço do quadro de funcionários públicos, concessão de direitos trabalhistas exagerados, congelamento de tarifas públicas, corrupção em larga escala, exibição de um grau de incompetência administrativa estatal nunca observada, dentre outras infindáveis mazelas.

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