Desgovernança estatal

Desgovernança Estatal e suas consequências

O ano de 2015 teve o condão de estarrecer, sobre todos os aspectos, até aos cidadãos mais bem informados e incrédulos. O cenário econômico-político e social, e a desgovernança estatal ao final de 2014, previa um ano preocupante, que avizinhava-se. Porém, a tempestade revelou-se infinitamente mais severa, cujos desdobramentos indubitavelmente irão estender-se até 2017 / 18, pelo menos, prejudicando principalmente os menos favorecidos. Desarranjos políticos nunca vistos na história econômica brasileira, correlacionando-se diretamente com inimaginável  grau de incompetência administrativa estatal, corrupção sistêmica, mentiras deslavadas, uso massivo da máquina pública para a manutenção de um projeto de poder natimorto, destruição dos fundamentos das finanças públicas (e infantil tentativa de escondê-la), câmbio desajustado, além de um explosivo processo inflacionário, que forçará o Banco Central, indubitavelmente, a elevar a SELIC a 17% a.a. num curto espaço de tempo, provocando o aumento da dívida pública e gerando consequentemente grandes oportunidades de ganhos com arbitragem de taxas de juros, aos atentos operadores do mercado financeiro, normalmente muito capitalizados. (mais…)

Consumo e investimento

Consumo e investimentos no mercado financeiro

A falta de familiaridade com os fundamentos do funcionamento do Mercado Financeiro torna-se uma armadilha para os consumidores e potenciais investidores. Junte-se a isso um grau de consumismo exagerado e uma incapacidade em larga escala para definir o que são simples desejos ou reais necessidades.

A Psicologia Econômica chama esse fenômeno de “efeito manada”, que constitui-se em copiar o padrão de consumo de outras pessoas, mesmo sabendo-se que cada indivíduo tem um perfil de consumo diferente do outro. Seguir a“moda” é uma dessas armadilhas do consumo desnecessário. Se levarmos em consideração que “estar na moda” é sinal de diferenciação entre os grupos sociais, e que por isso todos tentam obter essa “diferenciação”, conclui-se que não existe “diferenciação” alguma.

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