Oportunas Crises

Oportunas crises

A  atual  grande  oportunidade, também chamada de crise, em que se encontra a economia brasileira, não foi a pioneira nem será a última, para nossa sorte. A humanidade, desde tempos imemoriais, passa por períodos curtos e longos de grande euforia e depressão econômica, com suas respectivas conseqüências políticas  e  sociais. Mais importante do que as lamúrias, é a observação das transformações positivas que esses períodos de alta turbulência oferecem.

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Liberalismo econômico

Liberalismo econômico

Nunca praticados na sociedade latino-americana, os ideais liberais sempre foram execrados por absoluta ignorância a respeito de suas virtudes. Essa doutrina embasou as revoluções antiabsolutistas que aconteceram notadamente na Inglaterra e França (séculos XVII e XVIII) e também a luta pela independência norte-americana. Defendia:

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Repensando o Brasil

Repensando o Brasil

No fim do mês de agosto passado, ocorreram dois eventos no Brasil, de suma importância para melhor entender o atual momento político/econômico/social porque passam o país e o resto do mundo, bem como suas inter-relações, visando traçar variados cenários. No período de 27 a 29/8, ocorreu na aprazível Campos de Jordão, a 7º Edição do Congresso Internacional de Mercados Financeiros e de Capitais, organizada pela BM&F Bovespa.

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Consolidação do sistema bancário privado no Brasil

A compra do HSBC pelo Bradesco praticamente encerra um ciclo de grandes fusões e incorporações bancárias no país. Desde o momento em que perdeu o posto de maior banco privado brasileiro, ocasionado pela fusão do Unibanco com o Itaú, a  instituição procurava voltar ao primeiro lugar no ranking. Em termos de valor de ativos, a operação aproximou-o do Itaú Unibanco. De acordo com dados publicados na edição de Maio/15, pela conceituada revista Forbes,o Itaú Unibanco Holding ocupa a posição 42, no ranking das 100 maiores empresas de capital aberto no mundo e o Bradesco a posição 61. Indubitavelmente são dois gigantes sólidos, que pertencem ao setor de atividade que pode ser considerado no chamado “Estado da arte“, da excelência em gestão empresarial.

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O desemprego e as oportunidades

Desemprego & Oportunidades

As notícias referentes ao nível de emprego no Brasil têm sido decepcionantes. Praticamente todos os setores de atividade econômica estão encolhendo, adiando planos de investimento, diminuindo o quadro de funcionários e obedecendo à palavra de ordem: manter o patrimônio físico e aplicar o caixa no mercado financeiro, visando lucrar com altas taxas de juros. Provavelmente ainda amargaremos pelo menos uns 3 ou 4 anos de recessão, com forte reflexo no nível de emprego. O que fazer diante de tal perspectiva?

Confira o que o economista Fernando Pinho fala diz sobre o assunto Desemprego & Oportunidades.

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Consumo e investimento

Consumo e investimentos no mercado financeiro

A falta de familiaridade com os fundamentos do funcionamento do Mercado Financeiro torna-se uma armadilha para os consumidores e potenciais investidores. Junte-se a isso um grau de consumismo exagerado e uma incapacidade em larga escala para definir o que são simples desejos ou reais necessidades.

A Psicologia Econômica chama esse fenômeno de “efeito manada”, que constitui-se em copiar o padrão de consumo de outras pessoas, mesmo sabendo-se que cada indivíduo tem um perfil de consumo diferente do outro. Seguir a“moda” é uma dessas armadilhas do consumo desnecessário. Se levarmos em consideração que “estar na moda” é sinal de diferenciação entre os grupos sociais, e que por isso todos tentam obter essa “diferenciação”, conclui-se que não existe “diferenciação” alguma.

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O fim do populismo na América Latina

O fim do populismo na América Latina?

Nos  últimos 10 anos, as populações do Brasil, Argentina, Equador e Venezuela assistiram a um verdadeiro processo de destruição dos fundamentos macroeconômicos dos respectivos países, travestido do tão surrado slogan: “Tudo pelo Social”. O tão sofrido continente parece não conseguir livrar-se dessa sina intervencionista, provocada pela impregnada crença de que o Estado precisa intervir em todas as instâncias da vida do cidadão, como se todos fossem incapazes de governar os próprios destinos.

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O cenário macroeconômico atual

Cenário Macroeconômico 2015 e 2016

O Brasil atravessa a pior recessão dos últimos 25 anos, ocorrência que já era claramente previsível desde o último mandato do Governo Lula. A denominada “Nova Matriz Macroeconômica”, concebida no início do mandato de Dilma Rousseff, destruiu as bases da bela obra de Engenharia Financeira que foi o Plano Real, à época estabilizando e consolidando os fundamentos da Economia Brasileira, preparando-a para tornar o Brasil uma Nação respeitada, um grande “player mundial”, como a China na atualidade.

Não seria demasiado citar que o Real, desde a época em que foi adotado, já perdeu aproximadamente 80% do respectivo poder de compra.

Os últimos anos da gestão macroeconômica do país produziram: concessões públicas atabalhoadas, políticas creditícias inadequadas, índices de reajustes salariais incompatíveis com a produtividade da Economia, gastos públicos improdutivos e pouco manejáveis, inchaço do quadro de funcionários públicos, concessão de direitos trabalhistas exagerados, congelamento de tarifas públicas, corrupção em larga escala, exibição de um grau de incompetência administrativa estatal nunca observada, dentre outras infindáveis mazelas.

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